A crescente sofisticação dos ataques cibernéticos vem transformando vulnerabilidades tecnológicas em pontos de entrada críticos para criminosos.
Recentemente, um novo ciclo de ransomware tem explorado falhas em soluções de backup e credenciais comprometidas para comprometer sistemas fundamentais das organizações.
A estratégia de atacar diretamente infraestruturas de proteção – como backups e nuvens corporativas – reflete a mudança no modus operandi das ameaças, buscando paralisar operações e tornar a recuperação ainda mais desafiadora.
Casos recentes reforçam a necessidade de atenção redobrada. Além de ataques a plataformas de backup, outro exemplo preocupante envolve a exploração de tokens de autenticação em grandes provedores de nuvem.
Esses ataques, como os registrados no ambiente Azure da Microsoft, evidenciam como hackers têm se concentrado em alvos estratégicos para acessar dados corporativos sensíveis.
Incidentes como esses mostram que a segurança de soluções robustas, como armazenamento em nuvem, também pode ser comprometida, exigindo uma abordagem cada vez mais abrangente e vigilante.
Esses episódios são um alerta para empresas de todos os setores. Garantir a segurança de dados e a continuidade dos negócios exige uma abordagem que vá além de remediar incidentes, buscando antecipar-se às ameaças com práticas robustas. Atualizar sistemas, implementar segmentação de redes e adotar autenticação multifator são ações fundamentais, mas não suficientes isoladamente.
O fortalecimento da resiliência organizacional passa por uma combinação de tecnologia, processos e conscientização.
Em um ambiente de negócios onde a conectividade é essencial, a colaboração com parceiros tecnológicos confiáveis torna-se indispensável. Provedores de telecom e tecnologia desempenham um papel central nesse ecossistema, oferecendo infraestrutura segura, suporte proativo e inteligência estratégica para mitigar riscos em evolução.
Os recentes ataques de ransomware e Man-in-the-Middle (MITM) deixam claro que a segurança cibernética deve ser tratada como prioridade estratégica. Empresas que ainda enxergam a proteção digital como um custo ou um complemento acabam por se expor a prejuízos financeiros, perda de dados críticos e, muitas vezes, danos irreparáveis à reputação.
A mensagem é clara: agir preventivamente não é mais uma opção, mas uma obrigação. Adotar uma postura de prontidão, acompanhada por tecnologia de ponta e práticas consistentes de governança, é o caminho para enfrentar as ameaças de hoje e do futuro. Afinal, a segurança de dados e sistemas não protege apenas uma infraestrutura, mas também o valor e a confiança depositados na marca.
*Marcos Bedani, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Mega
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