Embora a maioria das organizações já possua o Zero Trust ou esteja em processo de implementação, mais da metade “não consegue enxergar o Zero Trust em suas soluções, por essas não possuírem alguns conceitos básicos dessa arquitetura”.
Os dados são da Pesquisa Global sobre Zero Trust, da Fortinet, que contou com a participação de 472 líderes de TI e de Segurança de 24 países, incluindo Brasil.
O mesmo trabalho indica ainda que o aumento no volume e sofisticação dos ataques cibernéticos faz com que uma abordagem Zero Trust “seja fundamental para as empresas”.
Além disso, a mudança para a era do “trabalho de qualquer lugar” destacou ainda mais a necessidade do Zero Trust Network Access (ZTNA), “pois as organizações precisam proteger ativos importantes de funcionários que se conectam de redes domésticas mal protegidas”, refere a Fortinet.
“Com o cenário de ameaças em evolução, a transição para o trabalho de qualquer lugar e a necessidade de gerenciar aplicações com segurança na nuvem, a mudança da confiança para o modelo de Zero Trust é uma prioridade para as organizações. Nossa pesquisa mostra que, embora a maioria das organizações tenha algum tipo de estratégia de Zero Trust, elas ficam aquém de uma estratégia holística e lutam para implementar alguns conceitos básicos de segurança”, diz John Maddison, vice-presidente executivo de Produtos e CMO da Fortinet.
O relatório revela alguma confusão sobre o que compreende uma estratégia completa de Zero Trust, com 77% dos entrevistados afirmando que entendem os conceitos de Zero Trust e 75% que entendem os conceitos de ZTNA (75%), sendo que mais de 80% disseram já possuir uma estratégia focada em Zero Trust e/ou ZTNA em vigor ou em desenvolvimento.
No entanto, mais de 50% do entrevistados indicaram que não podiam implementar recursos básicos de Zero Trust.
Quase 60% não têm a capacidade de autenticar usuários e dispositivos de forma contínua e 54% têm dificuldade em monitorar usuários após a autenticação, diz ainda a pesquisa.
Essa lacuna “é preocupante”, considera a Fortinet, porque “esses recursos são princípios críticos de uma estratégia Zero Trust”.
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