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Cibersegurança: falta de profissionais é barreira para mercado

Os ciberataques estão tendo “repercussões no mundo real”.

Eles evoluíram de afetar apenas a tecnologia para impactar nosso modo de vida digital, o acesso a serviços essenciais, a segurança pública e a economia. Com uma nova linha de frente digital e mais ataques cibernéticos entrando no mundo físico, “o papel dos ciberdefensores está evoluindo drasticamente”.

Os profissionais de resposta a incidentes de cibersegurança se tornaram os “socorristas” do mundo digital, pois são os primeiros a defender dos cibercriminosos e, além disso, têm a grande tarefa “de garantir que o mundo continue funcionando”.

Um estudo com mais de 1.100 profissionais de resposta a incidentes de cibersegurança, conduzido pela Morning Consult para a IBM, descobriu que alguns dos principais motivos pelos quais esses profissionais entraram na área incluem: um forte senso de dever de proteger os outros, oportunidade de ajudar os outros e a possibilidade de continuar a aprender enquanto resolvem problemas.

No entanto, se tornou uma área que enfrenta desafios como a falta de pessoal. Com uma lacuna de mais de 3,4 milhões de profissionais em todo o mundo, sendo 500.000 só na América Latina, segundo dados do Relatório ‘Cybersecurity Workforce Study’ do ISC2.

A escassez de habilidades de segurança está colidindo com o número crescente de ciberataques, “deixando os profissionais de resposta a incidentes lutando em várias frentes ao mesmo tempo”.

As altas demandas dos ciberataques também afetam a vida pessoal dos profissionais: “De fato, 67% dos entrevistados experimentam estresse ou ansiedade em suas vidas diárias, seguidos por insônia, esgotamento e impacto na vida social. Apesar desses desafios, eles geralmente reconhecem que têm um forte sistema de apoio de sua liderança.”

Especificamente, 95% dos entrevistados sentem que sua liderança “tem uma forte compreensão das atividades envolvidas na resposta a incidentes”, relatando que é fornecida a estrutura de suporte necessária para que tenham sucesso. Além disso, “84% afirmam ter acesso adequado aos recursos de apoio à saúde mental”.

Claudia Sargento

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