No varejo alimentar, a velocidade em que os produtos chegam para o estoque, a disposição correta dos mesmos na loja e as etiquetas com informações corretas “fazem toda diferença no balanço final do negócio”.
Nesse sentido, “o uso de uma tecnologia que traga eficiência e agilidade para esses processos é fundamental”, segundo refere a GIC Brasil.
Para se ter uma ideia, segundo dados da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas – Abrappe, desde o começo da pandemia até 2022 as perdas no varejo cresceram 23%.
Nos supermercados as perdas tiveram um aumento de 52,54%.
A GIC Brasil criou o RUB, uma solução que visa melhorar a experiência de compra do consumidor, simplificar processos e transformar negócios, “oferecendo total visibilidade das operações do negócio” como, por exemplo, rupturas, abastecimento, aumento das vendas, melhoria na exposição dos produtos e, principalmente, indicadores da operação mais precisos.
Atualmente, cerca de 1300 lojas e mais de 20 mil usuários utilizam o RUB em suas operações em supermercados e atacados de todo o Brasil e LATAM.
O Sul do País é uma das regiões que mais utilizam as soluções da GIC Brasil, assegura a empresa.
Em exemplo da dimensão da ferramenta: uma rede de supermercados sulista mencionava uma ruptura de gôndola entre 8 e 10% antes do RUB. Após a implantação do sistema, “a ruptura operacional medida pela solução foi de aproximadamente 25% e a comercial em 26% em média”.
“Este é um número que impacta muito, mas que mostra aos varejistas que é necessário mudanças. Num cenário desafiador como o do varejo brasileiro, a busca pela eficiência operacional é fundamental para garantir o resultado esperado da operação independente de seu tamanho”, comenta Ivan Fernandes, CEO e Fundador da GIC Brasil.
Segundo dados da GIC Brasil, com a implantação da tecnologia é possível reduzir a ruptura de produtos na gôndola “em até 90%” e as divergências de etiquetas “em até 85%”, garantindo “um aumento na produtividade de até 87%”. Já na margem de vendas do negócio é possível obter um incremento de até 2%.
“Nossa solução é baseada em processos, pessoas e tecnologia, visando maior visibilidade de toda a cadeia, desde a chegada do produto no estoque até a venda ao consumidor. Sem esses três pilares o processo fica incompleto”, salienta Ivan.
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